Sexta-feira, Dezembro 11

É coisa para um postal… podendo bem ser de Natal

se fossem assim tão simples, os gajos da ryan air e da easyjet teriam vindo para cá (ou inventado maneira de vir para cá ganhar dinheiro), sem qualquer prob. A SATA está numa situação ingrata. esta é que é q me parece ser a verdade. está a competir nos seus maiores mercados (continente e américa do norte) com companhias privadas que arrasam a competição, sempre "debilitada" pelas suas obrigações de serviço publico.

mas isto são apenas impressões retiradas de artigos no AO etc. como disse, n sou economista.
Anonymous | 12.11.09 - 10:16 am | #

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Será que ainda vamos fazer um peditório para ajudar a SATA e garantir assim o Serviço Público! E o Barco??? também poderia ser mais barato. Se calhar menos interjovens e tarifas a metade do preço que eles praticam!
FMT | 12.11.09 - 10:40 am | #

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caro filipe,

pergunta ao Administrador da Sata ou a outros economistas. uma coisa é ter uma percepção vaga dos problemas (impressões) e outra, bem diferente, é explicá-los como deve ser e resolve-los.

http://ww1.rtp.pt/acores/?articl...&layout=10& tm=7
Anonymous | 12.11.09 - 11:06 am | #

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" Os Açores, tal como Madeira, estão por agora fora dos planos da Ryanair por falta de rentabilidade de rota. “No tempo que demoro a fazer uma rotação para o Funchal em que transporto 300 passageiros, posso fazer três rotações para Madrid e transportar mil passageiros”, exemplifica Michael O'Leary."

http://www.lowcostportugal.net/a...yanair/2007/11/
Anonymous | 12.11.09 - 11:14 am | #

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Meus caros,

Sem querer ter a pretensão de dominar esta matéria, julgo que o problema que nos afecta – sobremaneira e a vários níveis – pode estar relacionado com o conceito de serviço público.
Compare-se o nível se serviço que se obtem no sistema nacional de saúde e nas clínicas privadas.

Nós temos uma companhia que, a nosso bel-prazer, presta um serviço público de excelência.

Como sempre, temos a mania de perspectivar as coisas como nos dá na telha e, depois, é o que se vê.

Cumpts
carlos | 12.11.09 - 12:17 pm | #

O livro que todos os governantes deviam ler



Os governantes e todos os seres beligerantes que prescreveram as ajudas às empresas em dificuldades financeiras, por este país fora.

Bem sei que há outras formas de preparar a malta para estas tarefas. No entanto, e à falta de melhor… e juro que não me quero comparar com o Prof. Martelo.

Quinta-feira, Dezembro 10

Acredito que são poucos os que não adoram ajudar…

Mas, como é preciso contagiar, aqui fica:

“Juízes em causa própria”

...
Todos sabemos que Portugal é uma República corporativa. O "estado de direito social e democrático" é tantas vezes um mero adereço que usamos para nos convencermos de que somos progressistas. Infelizmente a realidade terrena encarrega-se de fazer prova do nosso atraso e das nossas dependências. Uma sociedade e uma economia refém de interesses corporativistas é sinal de que vigora entre nós um darwinismo social que disfarçamos com as mesuras dos usos e costumes da República.
O laboratório social que aí está é fértil em exemplos dessa realidade, e tanto assim é que temos vindo a assistir a uma corporativização da nossa sociedade, por exemplo, com o aumento de Ordens e Associações Profissionais e o decréscimo do relevo social dos Sindicatos! Outros exemplos de erupção corporativista vamos encontrando na espuma dos dias e nas notícias feitas por encomenda.
Recentemente o Presidente do Conselho Distrital dos Açores da Ordem dos Advogados, uma das mais poderosas corporações de ofícios da nação, veio a público fazer a defesa da classe. Pelo menos de parte da classe. Em entrevista a um jornal de referência – (Açoriano Oriental de 30 de Novembro) - insurgiu-se contra o suposto "clientelismo" em benefício de amigos comuns que são sempre os mesmos a beneficiarem com os ajustes directos feitos pelo poder a concretos e determinados advogados. Entre alegações de "tráfico de influências", e queixumes de que são sempre os do costume a arrebanharem as boas avenças do sector público, ainda houve lugar para uma doutrina proteccionista contra os grandes escritórios de Lisboa que para os Açores "só vêm para ganhar dinheiro por influência". Convenientemente sobre este ânimo de denúncia pública perpassou uma selectiva amnésia sobre outros dramas da corporação. Como por exemplo serem sempre os mesmos aqueles que são cooptados pelos "amigos" do poder, designadamente regional, para fazerem o favor de integrarem como vogais os Conselhos de Administração de sociedades com capitais públicos e poderosos interesses, nomeadamente, na Banca, nos Seguros, nos Transportes e no sector Energético. Esqueceu ainda a denúncia dos avençados do costume cujos serviços mínimos financiados pelo Estado asseguram uma renda permanente e uma notoriedade pública que lhes permitiu, e permite ainda, alcandorarem-se às tribunas mais ilustres da República. Omitiu ainda que o recurso pelo Estado, por via da contratação pública, à adjudicação de serviços a sociedades de advogados decorre de imposição legal que tem sido manifestamente restritiva para a celebração de contratos de avença a profissionais liberais em nome individual pois, por regra, o Estado deve contratualizar com uma "pessoa colectiva". Consequentemente, nos Açores surgiram estrategicamente várias sociedades de advogados, e ainda parcerias locais com sociedades sedeadas no Continente e especializadas em determinadas áreas do Direito. Curiosamente não se questiona ou suspeita sequer que, porventura nalguns casos, o fato tenha sido feito à medida do próprio "alfaiate", mas tão só a perda de rendimentos e o perigo de um suposto êxodo de profissionais do foro para outras paragens.
Assim se faz actualmente a defesa de uma classe profissional indispensável ao País e à Região. Mas o estalão foi há muito marcado pelas diatribes do actual Bastonário da Ordem dos Advogados que tem vindo a nivelar o debate sobre a Justiça e sobre a Ordem como se as respectivas classes profissionais fossem personagens-tipo do calibre de feirantes populares. Aqui temos o corporativismo no seu pior e apenas orientado pelo tilintar da vil pecúnia que uns possuem e que outros apenas ambicionam ou invejam vir a possuir.
Registei com ironia que esta denúncia pública dos advogados seniores da nossa comarca contra as mega sociedades de advogados, supostamente em defesa da classe, tem os mesmos personagens que foram capazes de perseguir disciplinarmente os seus colegas estagiários que no inicio do primeiro mandato do actual Conselho Distrital fizeram "greve" a um regime de apoio judiciário manifestamente iníquo e desprestigiante para a profissão de advogado. Não fica bem e geralmente dá maus resultados "sermos juízes em causa própria"...especialmente quando nos esquecemos do passado.

João Nuno Almeida e Sousa nas crónicasdigitais do jornaldiario.

e por falar em cinzentismos...

A ousadia dos atrevidos?
Ou o atrevimento dos ousados?
a conferir aqui

Quarta-feira, Dezembro 9

O Estado da Nação

...

...

Casa Velha - Sushi Bar



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Pópulo de Cima - Livramento
Aberto 4ª a Domingo
19h/23h
Reservas e takeaway 916 430 609 | 916 509 137

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Terça-feira, Dezembro 8

Keep on doing it !

...

daqui

Alguém de mau humor ou…

Será mesmo assim?

"O Tempo não ajuda e este tempo também tem o seu encanto. Falta vida nesta cidade, falta côr.
A nossa Sociendade é Cinzenta e melancólica. PDL não é cosmopolita. É frustrante sair à noite e deparar com grupos de jovens pesados e deprimidos (o mal não é geral) A música que se ouve, negra, agressiva, pesada, e negativa. Mentalidade decadente.
A nossa Sociedade é assim.
Bares frios e com pouca identidade.
Faltam turistas jovens nesta terra...
Faltam estudantes de outras paragens... só para que isto anime. Venha a easyjet e a Ryanair... Venham os Surfistas e os Surfcamps etc... Os mergulhadores, parepentistas etc etc.
venham investigadores, campistas, congressos, artistas, workshops, festivais, que tenham aplicação directa na nossa ecónomia e envolvam a nossa população."
FMT | 12.08.09 - 2:15 pm |


foto daqui

Bela Aurora






Sábado | 05.12.09
Hotel do Colégio
Rua Carvalho Araújo, 39
Ponta Delgada
T 296 306 600
www.hoteldocolegio.com

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Segunda-feira, Dezembro 7

A partir de hoje



E até dia 17 Dez'09 em Copenhaga.

Domingo, Dezembro 6

Colecção privada



Apresentação por intermédio de audição familiar. A novidade ocasional. Uma banda quase sem histórico, num disco aparentemente banal, com um êxito momentâneo... E passados quase 25 anos a memória retém-nos.

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Sábado, Dezembro 5

Coastwach Europe - Ilha de São Miguel



O Coastwach Europe promove a defesa e estudo ambiental dos sistemas litorais europeus, foi criado em 1989 na Irlanda e envolve mais de vinte países.

A coordenação nacional está a cargo do GEOTA – Grupo de Estudos do Ordenamento do Território e Ambiente.

Este projecto consiste numa campanha de recolha de dados ambientais na zona litoral, no que respeita, principalmente, ao registo de desequilíbrios ambientais, como a acumulação de resíduos ou a poluição em linhas de água. A análise dos dados recolhidos é posteriormente utilizada na elaboração de um relatório anual de caracterização da situação ambiental das zonas costeiras e divulgado à população em geral.

O projecto Coastwach Europe tem como objectivos a educação ambiental e a consciencialização em prol da defesa do litoral, visando capacitar a sociedade para participar activamente nas decisões públicas relacionadas com a gestão da orla costeira.

A campanha Coastwach Europe 2009/2010 está aberta ao público em geral e escolas a partir de 01 de Dezembro até 31 de Março de 2010.

Para colaborar basta preencher a ficha de identificação de participante, utilizar o questionário próprio e seleccionar o mapa da sua área de cobertura, documentos disponíveis na página dos Amigos dos Açores - Associação Ecológica.

As fichas preenchidas devem ser enviadas para geap@amigosdosacores.pt, para o fax 296498004 ou podem também ser entregues pessoalmente na sede dos Amigos dos Açores - Associação Ecológica (Avenida da Paz, 14, 9600-053 Pico da Pedra - Tel. 296498004).

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